Um Porto para o Futuro

Resultados

Três camadas separadas: o que já aconteceu, o que é meta e o que é projeção

Nesta página, nada de futuro aparece como fato consumado. Histórico realizado, metas do Ciclo 1 e projeções ficam explicitamente rotulados.

01

Histórico realizado

O que já aconteceu

9
edições de maratona realizadas
100%
das edições com protótipo funcional entregue
25% → 50%
empregabilidade entre 2024 e 2025

Nove edições de maratona concluídas, todas com protótipo funcional entregue, e empregabilidade de 25% em 2024 para 50% em 2025 entre participantes das edições realizadas. A amostra ainda é pequena e o baseline segue em construção a cada turma. Na 5ª edição do Porto Hack Santos foram registradas cerca de 23 mil avaliações de competência.

Ver como o modelo foi validado desde 2019
02

Metas do Ciclo 1

O que o Ciclo 1 se propõe a fazer

556
lideranças na largada
278
lideranças do setor
278
lideranças universitárias
139
duplas territoriais universitárias

São metas de largada, não resultados alcançados: 278 lideranças do setor e até 278 lideranças universitárias, que formam 139 duplas territoriais quando o universo estiver integralmente ocupado. É simetria de escala entre duas metades, não pareamento entre pessoas.

03

Universo mapeado

O mapa-alvo do Ciclo 1

139
comunidades portuárias
91
municípios
24
estados
5
regiões

Esses números descrevem o universo mapeado para o Ciclo 1: comunidades portuárias, municípios, estados e regiões alcançáveis. Não são comunidades já atendidas nem Comunidades Atracadas existentes.

Navegue pelo mapa, toque em uma região ou na Galícia para aproximar e ver os portos.

Explorador territorial: as 139 comunidades

O Instituto AmiGU estruturou o mapa territorial do Ciclo 1 a partir do universo da infraestrutura portuária e hidroviária brasileira, utilizando bases setoriais, entre elas dados da ANTAQ, e identificando territórios do entorno para a estratégia de ancoragem. A ANTAQ não selecionou as 139 comunidades.

139 de 139 comunidades do mapa-alvo do Ciclo 1

Mostrando 24 de 139. Refine a busca ou use os filtros de região e UF.

O Observatório Territorial Porto-Cidade organiza o que já sabemos hoje, o que será investigado pelo Censo Vivo e o que virará evidência depois do programa.

Abrir o Observatório Territorial
04

Como medimos

Da atividade ao impacto

Atividade
O que é feito: formação, diagnóstico, aplicação.
Entrega
O que fica pronto: projeto, protótipo, dossiê, blueprint.
Resultado
O que muda na prática para pessoas e organizações.
Capacidade instalada
O que permanece no território depois do ciclo.
Impacto
A transformação estrutural, verificável ao longo do tempo.

ROI 3D

  • Risco

    Quanto risco a decisão deixou de correr.

  • Tempo

    Quanto tempo a decisão deixou de custar.

  • Resultado

    O que efetivamente mudou, com evidência.

Escala de evidência

  1. 1Percebido
  2. 2Medido
  3. 3Rastreado
  4. 4Auditado

Quanto mais alto o degrau, mais forte a afirmação que o programa pode fazer publicamente.

05

Narrativa temporal

Como era, como ficou, como ficará

Como era
Decisões sobre a comunidade portuária tomadas com dado agregado, capacidade concentrada em poucas pessoas e conhecimento que saía do território junto com quem o adquiria.
Como ficou
Nas edições já realizadas, formação aplicada a problemas reais, protótipos entregues e evidência registrada em portfólio. É o histórico verificável, com amostra ainda pequena.
Como ficará
Projeção, não resultado: territórios com capacidade instalada, conexão e continuidade demonstradas. Só será afirmado quando houver evidência medida, rastreada e auditável.
06

Censo Vivo Produtivo Porto-Cidade

O dado que a própria comunidade produz sobre si mesma

O Censo Vivo é um instrumento contínuo de mapeamento e atualização: pessoas e perfis, organizações, oportunidades, desafios e capacidades do território, sempre conforme finalidade adequada e governança de dados, incluindo consentimento e conformidade com a LGPD. Mapeamento não é seleção: aparecer no Censo não admite ninguém em formação. O DNA, credencial de evidências de cada pessoa, é privado e separado do Censo.

Instrumento contínuo de mapeamento e atualização do território: pessoas e perfis, organizações, oportunidades, desafios e capacidades, quando apropriado e sempre com governança de dados. Mapear não é selecionar. O Censo lerá cinco camadas:

  • 01quem deseja entrar no mundo portuário
  • 02quem já possui capacidade e ativos produtivos
  • 03onde existem oportunidades
  • 04onde Porto e Cidade estão desconectados
  • 05quem quer trabalhar, produzir, empreender, ensinar, resolver e multiplicar

Instrumento em construção junto com as primeiras comunidades do Ciclo 1. O Censo é leitura territorial e não se confunde com o DNA, que é credencial privada de cada pessoa.

07

Ciclo 1 completo

Linha do tempo

  1. Outubro 2026

    Lançamento

    Largada pública do Ciclo 1 e abertura das candidaturas.

  2. 2027

    Formação

    As duas metades entram em formação: trilhas executivas e formação universitária de 24 semanas.

  3. 2027

    Prova e aplicação

    Aplicação em problema real, etapa regional e etapa nacional em Brasília.

  4. Janeiro 2028

    De volta para casa

    Retorno ao território e continuidade do ciclo nas comunidades.