Um Porto para o Futuro

OSCs e OSCIPs

Sua organização pode ajudar a fazer a capacidade permanecer no território

OSC, OSCIP, associação, fundação, instituto empresarial, cooperativa ou outra estrutura local pode manifestar interesse em se conectar ao Um Porto para o Futuro e, quando cumprir critérios, ser avaliada como possível Âncora Territorial AmiGU.

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A jornada

Seis passos, nenhum automático

  1. 1

    Encontre seu território

    Localize sua comunidade, município ou UF no mapa-alvo das 139 comunidades do Ciclo 1. Aparecer no mapa é reconhecimento territorial, não credenciamento.

  2. 2

    Apresente sua organização

    Conte quem vocês são, onde atuam, há quanto tempo e com quem. É uma apresentação institucional, sem coleta de dados sensíveis de pessoas atendidas.

  3. 3

    Manifeste interesse em ancorar

    Manifestar interesse é iniciar conversa. Não valida a organização, não a torna candidata automática e não gera exclusividade no território.

  4. 4

    Validação AmiGU

    Somente o Instituto AmiGU valida uma possível Âncora Territorial. O participante do PAT apenas identifica candidatos no diagnóstico local; identificar não é formalizar.

  5. 5

    Formalização

    O vínculo de Âncora Territorial só existe quando firmado por instrumento próprio com o Instituto AmiGU.

  6. 6

    Operação credenciada, quando aplicável

    Operadora Local Credenciada é habilitação específica e posterior, concedida caso a caso. Não é automática, não é exclusiva no território e não decorre de aporte financeiro.

02

Travas explícitas

O que esta porta não é

  • Aparecer no mapa não credencia
  • Manifestar interesse não valida
  • O participante do PAT apenas identifica candidatos
  • Somente o AmiGU valida e formaliza a Âncora
  • Operação credenciada é posterior, não automática e não exclusiva
  • Aporte financeiro não gera credenciamento
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Critérios públicos

O que é observado numa possível Âncora Territorial

Presença efetiva
Atuação real e verificável no território, com histórico de trabalho junto à comunidade.
Legitimidade local
Reconhecimento por parte de quem vive e trabalha ali, não apenas por instâncias externas.
Capacidade operacional
Equipe, estrutura e condições mínimas para sustentar atividades no território.
Continuidade
Capacidade de permanecer depois do ciclo, sem depender de uma única pessoa ou de um único financiador.
Governança e aderência
Gestão transparente e aderência aos princípios do programa, incluindo o firewall: apoio não define seleção, não compra vaga e não controla currículo, avaliação, certificação ou dados.
Capacidade de multiplicação, quando aplicável
Condição de formar outras pessoas e organizações no território, quando esse for o desenho acordado.

Orientação

Dúvidas frequentes

  • OSCs, OSCIPs, associações, fundações, institutos empresariais e cooperativas que atuem em território portuário ou hidroviário.

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