Liderança universitária
IA Aplicada a Líderes de Inovação e Impacto Social
Vinte e quatro semanas, seis ciclos e um projeto que fica no território: até 278 lideranças universitárias aprendem a decidir com inteligência artificial dentro da própria comunidade portuária.
Antes de tudo
Você sabia que o porto contrata muito além do que parece?
Quem não trabalha no setor costuma achar que o porto só emprega estivador, caminhoneiro, amarrador. Na prática, o porto contrata gestor, analista de dado, especialista em tecnologia, profissional de meio ambiente, comunicação institucional, comércio exterior, e cada vez mais, inteligência artificial aplicada à decisão. Se você nunca ouviu falar dessas carreiras, não é porque elas não existem, é porque o muro entre o porto e a comunidade ao redor raramente é atravessado. Este programa existe para atravessar esse muro.
Quem entra
Seleção por desejo revelado, não por ranking técnico
Não é preciso já saber de porto nem de inteligência artificial. A seleção lê desejo revelado, curiosidade portuária, persistência, capacidade de aprender, agência, vínculo territorial e potencial de conexão e multiplicação. Não há prova técnica prévia nem ranking público.
São até 278 lideranças universitárias, sustentadas pela Bolsa Sou AmiGU UPPF. Quando o universo estiver integralmente ocupado, elas formam 139 duplas territoriais universitárias, cada uma com uma mulher e um homem. A dupla é núcleo humano inicial de ancoragem no território, e não operadora automática dele.
A formação
Seis ciclos em 24 semanas
01
EU
Quem sou, o que quero e como decido: base da liderança aumentada.
02
PORTO
Como o ecossistema portuário funciona e por onde se entra nele.
03
TERRITÓRIO
Leitura viva da relação Porto-Cidade na própria comunidade.
04
PROBLEMA
Diagnóstico do problema real com o Método 3D, sem solução pronta.
05
ANCORAGEM
Desenho do que pode ficar no território depois do ciclo.
06
DECISÃO
Fechamento do PAT: decidir com evidência, não com intuição.
Entregáveis
O que você constrói, passo a passo
- Sistema de Liderança Aumentada
- Como você usa IA para ampliar a própria decisão, com método e limite claro.
- Mapa de Entrada no Ecossistema Portuário
- Onde estão as portas reais do setor no seu território.
- Primeira leitura da comunidade
- Um retrato inicial da relação entre o porto e a cidade, com o ponto de partida do território sendo medido.
- Diagnóstico do problema
- O problema real, documentado e delimitado com evidência.
- Desenho do que fica no território
- O desenho local do que pode ser ancorado, com quem e com que condições.
- Projeto final da dupla
- O Projeto de Ancoragem Territorial completo, com seus 16 componentes e o ponto de partida medido do território.
O PAT, Projeto de Ancoragem Territorial, é o projeto integrador da formação e responde a uma pergunta: como transformar a minha comunidade em uma Comunidade Atracada? Ele tem 16 componentes e gera o baseline territorial da comunidade.
O que você leva
Bolsa, evidência e continuidade
- Bolsa Sou AmiGU UPPF
- Vínculo institucional com o Instituto AmiGU, que acompanha a formação do início ao fim do ciclo. A bolsa não cria obrigação de voluntariado nem vínculo com apoiador individual.
- Aprendizagem aplicada
- Vinte e quatro semanas de formação em IA aplicada, sempre ancoradas em um problema real da própria comunidade portuária, com o Método 3D como forma de diagnosticar, desenhar e decidir.
- Portfólio Digital de evidências
- O que você produziu fica organizado como evidência: entregas, projeto integrador e registros de aplicação. Não é relato próprio, e não existe ranking público.
- DNA, credencial privada
- O DNA reúne suas evidências como credencial e passaporte pessoal dentro do ecossistema. É privado por padrão: quem decide o que compartilhar é você. Badges e scores específicos existem quando fazem sentido, com finalidade clara, nunca como nota universal.
- Campus e continuidade
- Acesso ao Campus AmiGU para conectar, colaborar e continuar aprendendo depois do ciclo. Não há promessa de emprego, de mentoria vitalícia individual nem de missão internacional garantida.
Líder Multiplicador AmiGU é uma habilitação separada, com critérios próprios: não é consequência automática de concluir a formação.
Orientação
Dúvidas frequentes
Estudantes universitários com vínculo e interesse em atuar num dos 139 territórios do mapa-alvo do Ciclo 1. São até 278 bolsas; concorrer não garante admissão.
Não. A formação começa pela descoberta e pelo desejo de resolver problemas reais. Conhecimento prévio ajuda, mas não é condição de entrada.
Começa na Fase 0, o Game Porto do Futuro, que lê desejo e potencial. Não é vestibular, ranking técnico nem promessa de vaga. Os critérios completos serão publicados em regulamento próprio.
Não. As 556 lideranças do Ciclo 1, 278 do setor e 278 universitárias, são simetria de escala, não pareamento individual entre um líder do setor e um universitário.
Quando o universo de 278 estiver integralmente ocupado, formam-se 139 duplas territoriais universitárias, cada uma com uma mulher e um homem. A dupla é núcleo humano inicial de ancoragem, não operadora automática do território.
24 semanas, em 6 ciclos: EU, PORTO, TERRITÓRIO, PROBLEMA, ANCORAGEM e DECISÃO. A carga certificável total será divulgada quando a temporização final estiver homologada.
Evidências organizadas em portfólio, entregas de cada ciclo e o PAT, projeto integrador que gera o baseline territorial da sua comunidade.
O Projeto de Ancoragem Territorial responde à pergunta “como transformar a minha comunidade em uma Comunidade Atracada?”. Tem 16 componentes e é a base da prova regional.
Não. O programa desenvolve, prova e torna visível a sua capacidade. Oportunidades podem surgir da rede, mas não são garantidas nem prometidas.
É uma habilitação separada, com critérios próprios. Concluir a formação não habilita automaticamente ninguém como multiplicador ou operador.
Quer saber como a sua comunidade portuária entra no Ciclo 1?
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